Texto base: Salmo 127:1-5
O Salmo 127 é um salmo de meditação, onde podemos observar as orientações do Senhor em relação à família. Ele nos traz uma temática voltada para a constituição da casa, bem como dos integrantes desta família. E a Bíblia nunca nos deixa na mão, de fato nos ensina como podemos ter um lar abençoado ao invés de maldito. Não há possibilidade de estabelecer uma família sem as bases de Deus.
Sabemos que foi Deus quem instituiu a primeira família na terra e em seguida deu as instruções necessárias para a felicidade e prosperidade da família recém criada, mostrando que dessa orientação básica depende a felicidade da família.
Esse texto nos dá uma noção de que a presença de Deus nessa casa faz toda a diferença. Logo, todo esforço humano independente da provisão divina, torna-se fútil. Aqui, o salmista não está necessariamente falando sobre a casa física, material, como paredes, telhados, portas, etc. Mas está se referindo as pessoas que formam a constituição da família e atributos necessários para que a mesma se mantenha. Ele fala do desperdício de esforços, caso o Senhor não esteja presente. Vemos claramente a diferença de que é dependente Dele e quem não é.
Versículo 1:
O primeiro verso fala de edificar a casa, mas não se referindo apenas à moradia, ou a casa onde a família deve morar. Vai além. A casa aqui é a família que nela mora, cuja edificação espiritual, moral e cívica deve ser orientada pela palavra do Senhor. Se não atentar a esta regra principal, a família será infeliz. Não existe outro caminho para a felicidade se não o pelo Senhor. Mesmo que seja uma moradia confortável, mas se não for edificada espiritualmente no modelo dado por Deus, a família não terá paz. Se Ele não se fizer presente, o terreno fica desguarnecido, sem a devida proteção. Embora seja aplicada a sua força, isso será em vão.
Toda casa precisa ser bem construída. E uma boa construção começa com um alicerce bem firme. Não adianta ter uma mansão ampla e bem decorada, com um belo jardim e uma piscina na frente, mas sem alicerce. Quem se arriscaria? Quando falamos em construir famílias, Deus é quem deve ser o engenheiro, o arquiteto e o construtor. Somente ele pode edificar uma casa estável e segura. E para isso Ele nos dá a planta desta construção que é sua Palavra que deve ser ouvida e obedecida (Mateus 7:24-27 – Todo aquele, pois, que escuta estas minhas palavras, e as pratica, assemelhá-lo-ei ao homem prudente, que edificou a sua casa sobre a rocha;). Quando o homem tenta edificar por sua própria sabedoria sua casa certamente acabará em tragédia e ruínas.
Versículo 2:
Uma grande preocupação da sociedade em nossos dias é a segurança. Parece que nossas casas se transformaram em verdadeiras prisões. São grades, correntes, alarmes contra tudo.
As lojas contratam seguranças particulares, os bairros têm vigias particulares que fazem a ronda noturna, nossa igreja tem alarme instalado. Estamos vivendo uma crise de insegurança. No entanto o texto é claro não existe segurança na família sem Deus. O Salmo 121:4 diz que “É certo que não dormita nem dorme o guarda de Israel”. Se a segurança do mundo falha, a divina não. O nosso Guardião não cochila, não dorme. Por isso podemos declarar o que diz o Salmo 3:5 - “Deito-me e pego no sono; acordo porque o Senhor me faz repousar seguro”.
Quando falamos de cidade, falamos em um agrupamento de casas onde moram as famílias que, são as células vivas dela. Logo, a segurança e o progresso de uma cidade dependem do comportamento dessas famílias. Se não tiverem a orientação de Deus, a cidade também não será abençoada, podendo até se transformarem em cidades malditas. Não adianta dormir tarde ou levantar cedo se não tiver a orientação de Deus.
Nós temos responsabilidade nisso, pois nas casas, que também é chamada de “lares”, é que os filhos recebem as melhores orientações. E essas devem proceder dos seus pais, fundamentadas na palavra de Deus. Ele é o Pai da família. A família de Deus é espiritual e composta por todos os que pela fé aceitaram a Jesus como Salvador (Efésios 3:15 – “Do qual toda a família nos céus e na terra toma o nome”). Sendo Ele o Pai da família, é Ele quem provê finanças, que a mantêm, sustenta, concede tranqüilidade, a bênção requerida.
Diz a sabedoria popular que "O pouco com Deus vale mais do que o Muito sem Deus.” Agora vejam o que diz o Salmo 127:2. Nossos investimentos são bem sucedidos quando somos orientados por Deus.
Já vi muita gente dizer que a sua vida está muito bem, porque é trabalhador, levanta cedo e não perde hora de serviço. O texto descreve uma pessoa com estas características, mas que falta o principal: “Deus como provedor”. Existem muitas pessoas hoje bem empregadas e com um salário invejável. Porém, estão atolados em dívidas, com nome sujo na praça. Enquanto isso, outros que vivem com um ou dois salários, observam o milagre da multiplicação dos pães diariamente em suas casas.
Aqui podemos observar que o texto não está falando de indolência e preguiça, como aquele cristão que foi encontrado dormindo em avançada hora do dia. Não é aquele caso onde ocorre o diálogo - Perguntaram-lhe: “Não vai trabalhar hoje?" Ao que respondeu: “Aos seus amados Ele o dá enquanto dormem.” Refere-se à maneira de o homem agir: aquele que faz um esforço tremendo confiando no seu próprio poder; e aquele que persiste no trabalho, confiando em Deus. Com certeza o segundo será bem mais sucedido, pois confia no Deus que é Provedor.
Versículo 3:
Sabemos que o homem, ao se unir à mulher, forma um casal. Porém, quando há o marido, a mulher e os filhos, esses formam uma família. Nesses versículos vemos que a Palavra nos diz que os filhos são herança, presente de Deus para esse casal.
Mas podemos ir além. Se observarmos bem, aqui podemos notar subtendido, que Deus deve ser o educador, o orientador. Como um pedagogo dessa família. Como assim? Vejamos o apóstolo Paulo, sua afirmação em Efésios 6:4: “... criai-os na disciplina e admoestação do Senhor”. Não basta levar o filho na Escola dominical, mas criá-los na admoestação do Senhor.
OBS: O que seria admoestar? Seria uma advertência verbal, ou melhor, aconselhar, colocar na mente. Podemos, porque não, ensinar, corrigir, exortar.... Como diz o texto, tudo isso no Senhor, por meio de Sua Palavra.
Versículo 4 e 5:
Trata-se de uma comparação entre os filhos que são criados no Senhor é comparado a um flecha nas mãos de um guerreiro. O guerreiro era alguém hábil no manejo do arco e flecha, e que burilava (=rebuscar, refinar, aprimorar, requintar) bem suas flechas. No tiro ele era certeiro, não errava, acertava na mosca. Assim sendo, trata-se de uma forma poética de dizer que os filhos quando atirados ao mundo não errarão o alvo, serão motivo de orgulho e alegria, diferente do que diz Provérbios 29:15 – “A vara e a repreensão dão sabedoria, mas a criança entregue a si mesma, envergonha a sua mãe.”. Ou seja, se os nossos filhos estiverem firmes na presença de Deus, mesmo mais velho, não se desviarão (Provérbios 22:6 - Educa a criança no caminho em que deve andar; e até quando envelhecer não se desviará dele). Pode o inimigo tentar, mas não vão conseguir porque serão no futuro homens e mulheres firmados na Rocha! Além disso, trará benefícios a sociedade vindoura, pois em Provérbios 20:11 vemos que “Até a criança se dará a conhecer pelas suas ações, se a sua obra é pura e reta.”. Quando o Senhor edifica a casa, temos Deus como Educador dela, acrescentando filhos, felicidade, produzindo vida! Bem aventurados são aqueles que possuem em suas alijavas flechas assim!
OBS: Aljava é o nome dado ao equipamento, espécie de coldre ou estojo, usado para carregar as flechas usadas pelos arqueiros desde a mais remota Antigüidade.
Reflexão: nossa casa está nas mãos do Senhor? Deus tem sido o centro? A base? Fundamento? Estamos agindo com nossas próprias mãos ou entregando nas dEle? Ele está à frente de nossas famílias? É o Senhor quem nos edifica, protege, provê todas as coisas, nos ensina com viver da melhor forma possível.
Concluindo, uma das maiores conseqüências da sociedade estar em crise é pelo fato da família estar se dissolvendo. Acreditamos que a família é a célula máter da sociedade. Logo, uma família forte constitui-se numa sociedade forte, e assim por diante. Hoje em dia vemos sim, uma sociedade que tem buscado ser independente de Deus, gerando frutos negativos.
Este salmo nos ensina que a benção na família e o suprimento das necessidades não se derivam meramente do esforço humano, mas Deus dá aos seus, quando descansam Nele, esperam, dependem Dele, ao invés de auto-suficientes, autônomos de Deus.
Entendemos assim, que tudo que o homem adquire sem a benção de Deus é fútil, passageiro e a qualquer momento poderá ser tirado, mas o que provem de Deus, isso sim, durará para sempre. Deus nos orienta a confiarmos Nele e o restante será conseqüência de sua fidelidade para com nossa vida (Salmo 37:5 – “Entrega o teu caminho ao SENHOR; confia nele, e ele o fará”).
Este esboço se trata de um breve estudo ministrado na abertura da Semana Mundial de Oração, no dia 05/01/2009, em nossa Comunidade, sob a responsabilidade do Ministério de Evangelismo.
Que Deus te abençoe muitíssimo!!
Em Cristo, saúde e paz!
Sabemos que foi Deus quem instituiu a primeira família na terra e em seguida deu as instruções necessárias para a felicidade e prosperidade da família recém criada, mostrando que dessa orientação básica depende a felicidade da família.
Esse texto nos dá uma noção de que a presença de Deus nessa casa faz toda a diferença. Logo, todo esforço humano independente da provisão divina, torna-se fútil. Aqui, o salmista não está necessariamente falando sobre a casa física, material, como paredes, telhados, portas, etc. Mas está se referindo as pessoas que formam a constituição da família e atributos necessários para que a mesma se mantenha. Ele fala do desperdício de esforços, caso o Senhor não esteja presente. Vemos claramente a diferença de que é dependente Dele e quem não é.
Versículo 1:
O primeiro verso fala de edificar a casa, mas não se referindo apenas à moradia, ou a casa onde a família deve morar. Vai além. A casa aqui é a família que nela mora, cuja edificação espiritual, moral e cívica deve ser orientada pela palavra do Senhor. Se não atentar a esta regra principal, a família será infeliz. Não existe outro caminho para a felicidade se não o pelo Senhor. Mesmo que seja uma moradia confortável, mas se não for edificada espiritualmente no modelo dado por Deus, a família não terá paz. Se Ele não se fizer presente, o terreno fica desguarnecido, sem a devida proteção. Embora seja aplicada a sua força, isso será em vão.
Toda casa precisa ser bem construída. E uma boa construção começa com um alicerce bem firme. Não adianta ter uma mansão ampla e bem decorada, com um belo jardim e uma piscina na frente, mas sem alicerce. Quem se arriscaria? Quando falamos em construir famílias, Deus é quem deve ser o engenheiro, o arquiteto e o construtor. Somente ele pode edificar uma casa estável e segura. E para isso Ele nos dá a planta desta construção que é sua Palavra que deve ser ouvida e obedecida (Mateus 7:24-27 – Todo aquele, pois, que escuta estas minhas palavras, e as pratica, assemelhá-lo-ei ao homem prudente, que edificou a sua casa sobre a rocha;). Quando o homem tenta edificar por sua própria sabedoria sua casa certamente acabará em tragédia e ruínas.
Versículo 2:
Uma grande preocupação da sociedade em nossos dias é a segurança. Parece que nossas casas se transformaram em verdadeiras prisões. São grades, correntes, alarmes contra tudo.
As lojas contratam seguranças particulares, os bairros têm vigias particulares que fazem a ronda noturna, nossa igreja tem alarme instalado. Estamos vivendo uma crise de insegurança. No entanto o texto é claro não existe segurança na família sem Deus. O Salmo 121:4 diz que “É certo que não dormita nem dorme o guarda de Israel”. Se a segurança do mundo falha, a divina não. O nosso Guardião não cochila, não dorme. Por isso podemos declarar o que diz o Salmo 3:5 - “Deito-me e pego no sono; acordo porque o Senhor me faz repousar seguro”.
Quando falamos de cidade, falamos em um agrupamento de casas onde moram as famílias que, são as células vivas dela. Logo, a segurança e o progresso de uma cidade dependem do comportamento dessas famílias. Se não tiverem a orientação de Deus, a cidade também não será abençoada, podendo até se transformarem em cidades malditas. Não adianta dormir tarde ou levantar cedo se não tiver a orientação de Deus.
Nós temos responsabilidade nisso, pois nas casas, que também é chamada de “lares”, é que os filhos recebem as melhores orientações. E essas devem proceder dos seus pais, fundamentadas na palavra de Deus. Ele é o Pai da família. A família de Deus é espiritual e composta por todos os que pela fé aceitaram a Jesus como Salvador (Efésios 3:15 – “Do qual toda a família nos céus e na terra toma o nome”). Sendo Ele o Pai da família, é Ele quem provê finanças, que a mantêm, sustenta, concede tranqüilidade, a bênção requerida.
Diz a sabedoria popular que "O pouco com Deus vale mais do que o Muito sem Deus.” Agora vejam o que diz o Salmo 127:2. Nossos investimentos são bem sucedidos quando somos orientados por Deus.
Já vi muita gente dizer que a sua vida está muito bem, porque é trabalhador, levanta cedo e não perde hora de serviço. O texto descreve uma pessoa com estas características, mas que falta o principal: “Deus como provedor”. Existem muitas pessoas hoje bem empregadas e com um salário invejável. Porém, estão atolados em dívidas, com nome sujo na praça. Enquanto isso, outros que vivem com um ou dois salários, observam o milagre da multiplicação dos pães diariamente em suas casas.
Aqui podemos observar que o texto não está falando de indolência e preguiça, como aquele cristão que foi encontrado dormindo em avançada hora do dia. Não é aquele caso onde ocorre o diálogo - Perguntaram-lhe: “Não vai trabalhar hoje?" Ao que respondeu: “Aos seus amados Ele o dá enquanto dormem.” Refere-se à maneira de o homem agir: aquele que faz um esforço tremendo confiando no seu próprio poder; e aquele que persiste no trabalho, confiando em Deus. Com certeza o segundo será bem mais sucedido, pois confia no Deus que é Provedor.
Versículo 3:
Sabemos que o homem, ao se unir à mulher, forma um casal. Porém, quando há o marido, a mulher e os filhos, esses formam uma família. Nesses versículos vemos que a Palavra nos diz que os filhos são herança, presente de Deus para esse casal.
Mas podemos ir além. Se observarmos bem, aqui podemos notar subtendido, que Deus deve ser o educador, o orientador. Como um pedagogo dessa família. Como assim? Vejamos o apóstolo Paulo, sua afirmação em Efésios 6:4: “... criai-os na disciplina e admoestação do Senhor”. Não basta levar o filho na Escola dominical, mas criá-los na admoestação do Senhor.
OBS: O que seria admoestar? Seria uma advertência verbal, ou melhor, aconselhar, colocar na mente. Podemos, porque não, ensinar, corrigir, exortar.... Como diz o texto, tudo isso no Senhor, por meio de Sua Palavra.
Versículo 4 e 5:
Trata-se de uma comparação entre os filhos que são criados no Senhor é comparado a um flecha nas mãos de um guerreiro. O guerreiro era alguém hábil no manejo do arco e flecha, e que burilava (=rebuscar, refinar, aprimorar, requintar) bem suas flechas. No tiro ele era certeiro, não errava, acertava na mosca. Assim sendo, trata-se de uma forma poética de dizer que os filhos quando atirados ao mundo não errarão o alvo, serão motivo de orgulho e alegria, diferente do que diz Provérbios 29:15 – “A vara e a repreensão dão sabedoria, mas a criança entregue a si mesma, envergonha a sua mãe.”. Ou seja, se os nossos filhos estiverem firmes na presença de Deus, mesmo mais velho, não se desviarão (Provérbios 22:6 - Educa a criança no caminho em que deve andar; e até quando envelhecer não se desviará dele). Pode o inimigo tentar, mas não vão conseguir porque serão no futuro homens e mulheres firmados na Rocha! Além disso, trará benefícios a sociedade vindoura, pois em Provérbios 20:11 vemos que “Até a criança se dará a conhecer pelas suas ações, se a sua obra é pura e reta.”. Quando o Senhor edifica a casa, temos Deus como Educador dela, acrescentando filhos, felicidade, produzindo vida! Bem aventurados são aqueles que possuem em suas alijavas flechas assim!
OBS: Aljava é o nome dado ao equipamento, espécie de coldre ou estojo, usado para carregar as flechas usadas pelos arqueiros desde a mais remota Antigüidade.
Reflexão: nossa casa está nas mãos do Senhor? Deus tem sido o centro? A base? Fundamento? Estamos agindo com nossas próprias mãos ou entregando nas dEle? Ele está à frente de nossas famílias? É o Senhor quem nos edifica, protege, provê todas as coisas, nos ensina com viver da melhor forma possível.
Concluindo, uma das maiores conseqüências da sociedade estar em crise é pelo fato da família estar se dissolvendo. Acreditamos que a família é a célula máter da sociedade. Logo, uma família forte constitui-se numa sociedade forte, e assim por diante. Hoje em dia vemos sim, uma sociedade que tem buscado ser independente de Deus, gerando frutos negativos.
Este salmo nos ensina que a benção na família e o suprimento das necessidades não se derivam meramente do esforço humano, mas Deus dá aos seus, quando descansam Nele, esperam, dependem Dele, ao invés de auto-suficientes, autônomos de Deus.
Entendemos assim, que tudo que o homem adquire sem a benção de Deus é fútil, passageiro e a qualquer momento poderá ser tirado, mas o que provem de Deus, isso sim, durará para sempre. Deus nos orienta a confiarmos Nele e o restante será conseqüência de sua fidelidade para com nossa vida (Salmo 37:5 – “Entrega o teu caminho ao SENHOR; confia nele, e ele o fará”).
Este esboço se trata de um breve estudo ministrado na abertura da Semana Mundial de Oração, no dia 05/01/2009, em nossa Comunidade, sob a responsabilidade do Ministério de Evangelismo.
Que Deus te abençoe muitíssimo!!
Em Cristo, saúde e paz!
Thiago Leite.
Blog: vidaecomunhao.blospot.com
e-mail: vidaecomunhao@gmail.com
“Não rogo somente por estes, mas também por aqueles que vierem a crer em mim, por intermédio da sua palavra; a fim de que todos sejam um; e como és tu, ó Pai, em mim e eu em ti, também sejam eles em nós; para que o mundo creia que tu me enviaste. Eu lhes tenho transmitido a glória que me tens dado, para que sejam um, como nós o somos; eu neles, e tu em mim, a fim de que sejam aperfeiçoados na unidade, para que o mundo conheça que tu me enviaste e os amaste, como também amaste a mim.” (João 17:20-23)

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